Ao Coletivo!

novembro 21, 2009 at 3:37 pm (Uncategorized)

Cada processo criativo é único!! Esse em especial tem sido promissor!!!! Muitas vezes não damos valor ou mesmo não conseguimos colocar sentido (causa e efeito) num trabalho, mas ao caminhar … as respostas vão sutilmente chegando até nós: é o corpo reclamando uma escuta sensível, são os ouvidos pedindo que as palavras se calem, é o deixar ser o que se é sem que o EXTERNO seja imperativo!! A cada um desse Coletivo o meu muito obrigada!

Lilih

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… o que é o fim senão uma continuidade!!!?

novembro 20, 2009 at 11:28 am (Uncategorized)

Mostra final !!!

Mostra Final

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Corpo descoordenado num espaço dança!! Dia 20 às 20 horas!!

novembro 20, 2009 at 11:25 am (Uncategorized)

Corpo descoordenado num espaço dança

Corpo descoordenado num espaço dança

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Criação…

novembro 18, 2009 at 2:57 pm (Uncategorized)

A arte está sendo abordada sob o ponto de vista do fazer, dentro de um contexto histórico, social e artístico. Um movimento feito de sensações e pensamentos, sofrendo intervenções do consciente e do inconsciente.Interessa-nos compreender como se dá a construção dessas representações.O trabalho criador mostra-se como um complexo percurso de transformações múltiplas por meio do qual passa a existir.

Cecilia Almeida Sales em “Gesto Inacabado”.

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Uma das experiências… saindo do papel e do blá blá blá!!! Neste 20/11 no BI !!!

novembro 17, 2009 at 10:13 pm (Uncategorized)

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Protótipos para o figurino da ação do dia 27/11, criados por Macs!

novembro 13, 2009 at 12:37 pm (Uncategorized)

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Sem vermelho

novembro 9, 2009 at 2:15 am (Uncategorized)

cortedomundosemvermelho

Tá aí o detalhe de um de meus desenhos em que não uso a tinta vermelha.
Achei mais oportuno do que escrever sobre o que observei e o que senti na ultima aula.

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Larossa nunca é demais! E acho essa passagem bem oportuna!

novembro 7, 2009 at 3:24 am (Uncategorized)

Pág. 19, eu amo essa passagem!

“A experiência, a possibilidade de que algo nos aconteça ou nos toque, requer um gesto de interrupção, um gesto que é quase impossível nos tempos que correm: requer parar para pensar, parar para olhar, parar para escutar, pensar mais devagar, olhar mais devagar, e escutar mais devagar; parar para sentir, sentir
mais devagar, demorar-se nos detalhes, suspender a opinião, suspender o juízo, suspender a vontade, suspender o automatismo da ação, cultivar a atenção e a delicadeza, abrir os olhos e os ouvidos, falar sobre o que nos acontece, aprender a lentidão, escutar aos outros, cultivar a arte do encontro, calar muito, ter
paciência e dar-se tempo e espaço.”

Lilih

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SOBRE A ARTE E O ARTISTA! (Aos meus alunos do BI Artes/UFBA – Lilih Curi)

novembro 7, 2009 at 3:20 am (Uncategorized)

Temos que chegar, grita Um!

Porque temos que chegar? Contesta o Outro.

Um diz: Ah! Quem sabe justifica-se aí a minha arte.

Mas qual é sua arte? Pergunta o Outro.

Ahhh! Num sei, sei lá… Um fica em silêncio! Um dança! E dá-lhe mais silêncio!

Falta tema, diz Um.

O Outro diz, o tema é o homem, o tema é o outro, o tema sou eu – eu artista – que não sei, sei lá… o que falar…. Silêncio.

Então não fala, diz Um.

Então dança, diz Outro!

Um dança enquanto Outro sai da sala

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Expressões sobre 2 ausências + 10 presenças em = 12 encontros laboratoriais

novembro 6, 2009 at 8:19 pm (Uncategorized)

Retorno à sala de aula. Espaço pequeno, apertado, sufocante, quente e ao mesmo tempo acolhedor, como deve ser o útero de uma mãe. Será? Imaginemos que sim, mesmo sabendo que o bebê ao multiplicar suas células luta a todo momento com a elasticidade das paredes do útero de sua mãe.
Com um elástico nas mãos, começamos a nos “elastecer” e criar ritmo com os movimentos. A princípio no mesmo espaço e, depois do nascimento, tomando outros espaços do mundo e interagindo com os outros.
Passado o momento da elasticidade, a performance surgiu com outros objetos presentes na sala. Sons e ruídos, barulho e silêncio, poesia e desarmonia literária, loucura e sanidade, guerra e paz.
O pedido de piedade suplicado por mim para comigo mesma já não faz mais sentido. Sinto orgulho do avanço, da coragem, da expressividade, da falta de vergonha de simplesmente ser qualquer coisa que se quer ser num ato performático.
Viva a descoberta dos nossos infinitos Eus!

Graciara Oliveira Silva
01/11/09

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